O ponto raro entre estratégia comercial e execução técnica.
Vinte e cinco anos de operação, duas formações, uma forma de trabalhar. Comecei na cadeira do dono, fui parar na do construtor, e o trabalho hoje é sentar nas duas ao mesmo tempo.
Aprendi negócio fazendo: fundando empresa, errando, refazendo, vendendo, contratando, demitindo, reescrevendo processo no meio do mês. A lógica comercial entrou pela prática antes de entrar pelo livro.
Quando o digital deixou de ser opcional, fui pra dentro do código. Não pra virar desenvolvedor: pra entender o que estava sendo construído sobre o meu negócio. Esse movimento não parou mais. Hoje curso Ciência da Computação e Administração em paralelo, porque decisão de negócio e arquitetura de sistema viraram a mesma decisão.
Trabalho como executor solo, ponta a ponta: tese, plano, código, deploy, métrica. Em vez de coordenar três fornecedores pra entregar uma automação, eu construo a automação. O gargalo da maioria dos projetos está na tradução entre camadas, não na execução de cada uma.

A trajetória, na fita do registrador.
A pena sobe quando o trabalho é de dono e desce quando é de construtor. Cada parada tem o problema, o que foi construído e o número.
- O problema
- Operações que precisam de alguém que já sentou nas duas cadeiras, na mesma mesa.
- O que foi construído
- Arquitetura de operações comerciais: RevOps, automação e IA aplicada, com o site como primeira prova.
Calibração.
Formação e certificação entram como etiqueta de calibração: presas ao instrumento que sustentam, não como parede de logos. No Expertise, cada pilar carrega a sua.
- Administração
- Ciência da Computação
- Google AI Professional
- Wharton · AI for Business
- Google Business Intelligence
Repetição com critério.
Minha disciplina vem do treino. Cinco a seis sessões por semana, cinco da manhã, há mais de uma década. Não é metáfora corporativa: é o método com que aprendi a entregar coisa difícil de forma consistente. Volume com forma. Resultado por acumulação, não por surto.